14 outubro, 2013

E dançou,...


...como se pesasse o peso de uma pena, como se o peso do mundo aos ombros deixasse de existir, como se o horizonte fosse o destino de uma viagem que não acaba e não houvesse onde nem pressa de chegar. Apenas aquele momento, suspenso, cheio de serenidade e de paz interior que é não sentir nada para além de uma felicidade tão grande que enche todo o coração, que não se expressa em palavras, que apenas se sente e se guarda o tempo que aquele momento suspenso permitir. E quantas vezes este sonhar acordado alivia a dor do sonho que ficou adiado... Sonhar não ocupa lugar, não paga imposto, e guia-nos pelo caminho que devemos seguir até ao horizonte. A felicidade é esse caminho, que não tem ponto de chegada. É o momento em que suspendemos a respiração e vivemos intensamente. Não tem ponto de chegada. Tem ponto de partida e começa quando acreditamos que os nossos sonhos nos vão levar ao lugar onde devemos estar.

MariaPapoyla
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